Olá, noite.
Olá, blog.
Hey, stranger.
Tenho estado tão juntinho de um e longe do outro. Irônico, já que sempre andaram no mesmo sentido da estrada. Pois é, eu ainda não tenho sentimentos novos que queira postar aqui. Mas como o blog é meu, posto palavras que saem sem rumo previsto ou sonhado. Talvez se eu parar para refletir em cima disso, acharei sentimentos responsáveis por falar em falta de sentimentos. Não, não farei isso essa noite. > Olá de novo, por sinal.
Nessas férias sem escrita, posso justificar com férias para os instrumentos também. Caneta, papel, blog. É... também senti falta de vocês. O quão estranho é escrever imaginando uma conversa com o seu blog? Povo que estuda psicologia... Tem jeito não.
A paz que anda conduzindo a rotina. Boa, para quem precisava dela...
Ô Falcão! Possa conservá-la só mais um pouquinho para tentar ser feliz? Se permitir também, vou fazer uma mudança na frase, pois felicidade para mim não é ser, e sim estar.
Posso conservá-la só mais um pouquinho para continuar neste estado de felicidade? É que para o domingo eu planejo exatamente sentar no meu sofá para assistir meu time amado jogar. Se bem que ele não tem contribuído para o estado de felicidade né? Mas enfim...
Acho que dormirei. Amanhã (hoje) faço 23 anos e preciso cuidar dessa coluna de 60. Se alguém tiver a que deveria ser minha, por favor devolva-me; prometo cuidar ''como se fosse minha''.
sábado, 21 de julho de 2012
sábado, 2 de junho de 2012
Ainda sem o Anthony...
Ela gosta de conversas profundas. Foi o que me disse uma vez. Assim, como quem quer estar por perto pelo sentir do conforto que a sintonia traz. Lágrimas de saudade inundam os medos confortados por quem não está ali, apesar dela desmentir o final da afirmação, para o meu sossego.
Ela canta baixinho no dormir do travesseiro para ninguém ouvir.
Desenha na alma o que gravado ficará por toda vida.
Dorme na telepatia do cuidado e responde o boa noite fechando os olhos.
''Together'',
Happy birthday!
June 02, 2012.
Ela canta baixinho no dormir do travesseiro para ninguém ouvir.
Desenha na alma o que gravado ficará por toda vida.
Dorme na telepatia do cuidado e responde o boa noite fechando os olhos.
''Together'',
Happy birthday!
June 02, 2012.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
''Distantes de tudo"
É que essa vida vai te desenhando traços cinzentos enquanto o sol te sorri no bom dia. Você continua caindo nas palavras expostas, com medo de ser apenas uma. O que mudou desde que o pensamento tornou-se majoritário em seu coração? Mas ainda nos resta o frio que tanto amamos, meu bem.
É que as lindas rosas também caem, em qualquer jardim obscuro que andemos. Deixando de ser tudo para ter o nada com os suspiros atrasados, olhando para o longe na procura por proximidade e presenteando-se com o olhar desajeitado de quem se perdeu no instante da fuga. Mas ainda nos resta o frio que tanto amamos, meu bem.
É que você não pode comprar o que colhe dos dias frios...
Vire-se para o arco-íris e cante por suas cores de volta. E ao senti-las cada vez mais distantes, recorde-se de que ainda nos resta o frio que tanto amamos, meu bem.
É que as lindas rosas também caem, em qualquer jardim obscuro que andemos. Deixando de ser tudo para ter o nada com os suspiros atrasados, olhando para o longe na procura por proximidade e presenteando-se com o olhar desajeitado de quem se perdeu no instante da fuga. Mas ainda nos resta o frio que tanto amamos, meu bem.
É que você não pode comprar o que colhe dos dias frios...
Vire-se para o arco-íris e cante por suas cores de volta. E ao senti-las cada vez mais distantes, recorde-se de que ainda nos resta o frio que tanto amamos, meu bem.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Um novo dia.
Levar na maré o necessário para limpar o dia.
Cantar para ela o bem estar derradeiro;
Preso, como as boas novas não ensaiadas da vida.
Achar o eu dentre os sábios,
Curvar à vida aquilo que aprendizado se faz.
E caminhar, na conjuntura da paz.
Manso...
Mansamente canto,
O bem que a espera trará ao que sabe esperar.
Cantar para ela o bem estar derradeiro;
Preso, como as boas novas não ensaiadas da vida.
Achar o eu dentre os sábios,
Curvar à vida aquilo que aprendizado se faz.
E caminhar, na conjuntura da paz.
Manso...
Mansamente canto,
O bem que a espera trará ao que sabe esperar.
domingo, 11 de dezembro de 2011
Precisa?
É, silêncio.
Silêncio que morde, que arrepia e fala.
Silêncio que consente, que se faz tenente indigente.
Silêncio claro, pálido...
Silêncio vivo, tão vivo que sendo dito, é morto.
Silêncio que perdura, nesta alma escura, que de amor às vezes canta, mas só no seu silenciar.
Silêncio que morde, que arrepia e fala.
Silêncio que consente, que se faz tenente indigente.
Silêncio claro, pálido...
Silêncio vivo, tão vivo que sendo dito, é morto.
Silêncio que perdura, nesta alma escura, que de amor às vezes canta, mas só no seu silenciar.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Cuidado ao cuidar.
É a inversão de sentidos e regras, aonde elas me escrevem, tomando o controle daquilo que um dia foi soberbo.
Inteiro de amor, partido de medo e então livre para o novo. Não correr de ti e nem até ti. Não lembrar e não esquecer. Cantar apenas o silêncio que te revive, com essas palavras que se recusaram a sair até sua presença, ainda que longínqua.
Eu parei naquele instante que o medo te percorreu e você me veio como um céu aberto, sem nuvens e sem vento. Entregue na solidão de uma canção, mas que não era a última, como esta talvez seja. Era só uma canção de saudade...
Distribua todos aqueles sorrisos que clareavam nossas madrugadas,
A sutileza de quem tem mais amor do que se da conta,
E viva um bom dia, dia seu.
Inteiro de amor, partido de medo e então livre para o novo. Não correr de ti e nem até ti. Não lembrar e não esquecer. Cantar apenas o silêncio que te revive, com essas palavras que se recusaram a sair até sua presença, ainda que longínqua.
Eu parei naquele instante que o medo te percorreu e você me veio como um céu aberto, sem nuvens e sem vento. Entregue na solidão de uma canção, mas que não era a última, como esta talvez seja. Era só uma canção de saudade...
Distribua todos aqueles sorrisos que clareavam nossas madrugadas,
A sutileza de quem tem mais amor do que se da conta,
E viva um bom dia, dia seu.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
(8)
Aparece assim, trazendo a necessidade de fazê-lo. Ato doloroso, marcante e amoroso.
Individual, compartilhado.
Entregue.
Sopra e lembra que foi por amor.
P.S: Ouvir o Sinatra na madrugada tem seus efeitos colaterais.
Individual, compartilhado.
Entregue.
Sopra e lembra que foi por amor.
P.S: Ouvir o Sinatra na madrugada tem seus efeitos colaterais.
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