Posso deixar o fim para o fim?
Posso, então, acompanhar-lhe e fim?
Posso ressoar o nosso silêncio sem fim?
Posso, pela incompreensão, alcançá-la enfim?
É que assim poderei, sobre início, por fim, te responder que sim.
sexta-feira, 6 de maio de 2016
sábado, 2 de abril de 2016
sábado, 7 de março de 2015
Café sem cafeína.
Sentir o infinito habitado em potência,
O que podes dizer sobre isso?
Mostrar-se é também um canto do sentir-se.
E enquanto pessoas atravessam,
Eu apenas quero rumar para o encontro disso.
Quando não importar o que fazemos do tempo
Cada momento percorrerá expressões reais,
Aliviando a carga de estarmos vivos.
Do dia em que os suspiros pintaram-se de azul,
Os sorrisos de companhia;
Presenças foram sintonizadas.
segunda-feira, 28 de julho de 2014
26/07/2014
Percorrendo por sons que não me trazem visão, eu ouço a atmosfera que envolve esse momento se erguer. Sinto o inchar do peito transbordando o que preso esteve para vida aflorar, como uma rajada de luzes envolta de um coração aberto, que ouve os movimentos tomados por suas expressões, refletindo sentidos submersos. Aflora por querer mostrar-se fora também. Aflora, imensidão de vida agora compartilhada. Uno-me a sua entrega libertadora. Escrevo pela força daquele instante e pela música que convidou-me ao ao encontro. Escrevo porque ainda liberto o meu amor, e minha via mais expressa sempre resguardou esse cantinho aqui.
Seu choro se fez piano em mim.
O meu, é sopro de sensações grandiosas...
Obrigado por desencadeá-las.
Obrigado por desencadeá-las.
Aguenta firme, moça. Essa vida há de guardar encontros acolhedores.
Aguenta firme, moça. Essa vida há de desabrochar esse tanto de amor que percorre seu olhar.
Aguenta firme, moça. Essa vida há de desabrochar esse tanto de amor que percorre seu olhar.
domingo, 25 de maio de 2014
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Só para registrar.
De tão flora sorriu sem graça.
Torta, viva, descompassada.
De tão fauna fez-se ativa.
Viva, sentida, estupefata.
De tão tão, viu-se inho.
Mansinho,
Cuidada.
Torta, viva, descompassada.
De tão fauna fez-se ativa.
Viva, sentida, estupefata.
De tão tão, viu-se inho.
Mansinho,
Cuidada.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Balanço.
Mergulhando nesse jogo do faz de conta e velejando através do clarão que se expandiu por aí. Clareia. Clareia. Clareia e fica. Não some. Película vibrante que te atormenta os ouvidos... Não é bom cantar essa vida clara? Vestindo a pele nua sem adormecer no balanço que segue sem ritmo. Sem pausas, pensamentos...
Sem palmas.
Isso transparece nas conjunturas de uma suposta fraqueza.
Venha. Vibre. Seja e transpareça as cordas que te tocam.
Não há ensinamentos ou livros que te pedem para segui-los. Não é isso.
É deixar levar-se para o que não importa mais. Dizer que velejo por águas fracas.
Encontrar-se na fonte e no ciclo.
Sem palmas.
Isso transparece nas conjunturas de uma suposta fraqueza.
Venha. Vibre. Seja e transpareça as cordas que te tocam.
Não há ensinamentos ou livros que te pedem para segui-los. Não é isso.
É deixar levar-se para o que não importa mais. Dizer que velejo por águas fracas.
Encontrar-se na fonte e no ciclo.
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